segunda-feira, 2 de novembro de 2015

ÉTICA e CIDADANIA

O Brasil precisa de um banho de ética, diz 

ministro.


Sicomércio começa a discutir questões cruciais para 


o setor. A abertura dos debates contou com palestra de 

Marco Aurélio Mello, do STF.

                    

Marco Aurélio Mello: ‘Os empresários do comércio são artífices da riqueza nacional’

  RIO - A importância da participação do setor de comércio e serviços na economia brasileira — que responde por quase metade do PIB nacional — foi destacada pelo presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, na abertura do primeiro dia de debates do Congresso Nacional do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio), nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro.

   — Estamos reunidos aqui em prol dos interesses do setor e do país, que precisa de ajuda para voltar a crescer — afirmou.


  Em seguida, o presidente da CNC anunciou a palestra do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que iniciou sua apresentação exaltando a importância do setor para o Brasil.

  — Os senhores são responsáveis pela circulação da riqueza nacional — disse ele ao auditório.

  As crises política e econômica e a proposta de implementação de um novo imposto para ajudar a equilibrar as contas do governo — a CPMF — foram temas da palestra do ministro, que abordou diversos aspectos da sociedade e dos estados brasileiros.

  — A crise do Executivo e do Legislativo retrata um impasse prejudicial à cidadania, pois inviabiliza a tomada de medidas objetivas. Vivenciamos uma era de escândalos — afirmou, acrescentando que a pobreza é enorme no território nacional.

  O ministro criticou a política de benesses, das bolsas generalizadas oferecidas pelo governo federal, que deveria, a seu ver, investir na educação dos jovens. Para ele, operações como a Lava-Jato retratam uma “corrupção no atacado”.

  — A operação imputa um preço muito pesado para a sociedade brasileira e atinge inclusive a área empresarial, gerando um clima de insegurança. O Brasil precisa de um banho de ética — discursou sob aplausos.

    (Fonte: Jornal "O Globo", de 30/10/15).


    Comentário de MARIANA:

    Independente da preferência política de cada um, todo brasileiro que se preza, concorda com o Ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), pois não tem uma semana que se passe, que os noticiários não estejam recheados de notícias de corrupção.    Não só na política, mas em todos os lados. É na FIFA, é com os atletas de esportes, é na Petrobras, nas grandes empresas, é em tanto lugar que fica difícil até entender os motivos de tantas denúncias, uma atrás da outra, que faz até que a gente acabe esquecendo das mais antigas.

   Uma sugestão minha é que as aulas de éticas tenham uma maior importância nas escolas, valendo nota e que sejam incluídas inclusive na prova do ENEM, para que as pessoas deem mais importância a estes valores.

   E você amiguinho do CFV (Construindo Futuros Vencedores), gostou dessa minha sugestão??? Acha que vale a pena ser honesto??? Acha que um futuro vencedor precisa  ter ética???
  

EDUCAÇÃO

Ensino de Educação Física lida com obstáculos nas escolas

Obrigatória pela LDB, disciplina enfrenta desafios de infraestrutura e carga horária

                         
Gincana: Circuito mescla atividade física com questões relacionadas a outras disciplinas


   RIO - Embora seja pouco usual se comparado com o índice de reprovação de disciplinas como Química, Matemática ou Língua Portuguesa, a Educação Física reprova e, quando isto acontece, é normal a surpresa de alunos e pais. Muitos familiares de estudantes não fazem ideia, mas a disciplina, vista como complementar no currículo acadêmico, é uma exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que determina a realização de pelo menos dois tempos de 50 minutos por semana.

  Professor do Colégio Batista Shepard, na Tijuca, Demetrius Prazeres destaca as múltiplas facetas exercidas pela disciplina sobre os alunos durante a vida escolar e as etapas de formação dos jovens. No colégio, os estudantes trabalham jogos diferentes a cada mês, sempre com variações. No dia em que a equipe do GLOBO-Tijuca visitou a escola, os alunos jogavam uma inusitada combinação entre queimado e xadrez: um queimado com rei. Os times escolhem seu rei, ou rainha, e o adversário precisa tentar adivinhar o escolhido, para queimá-lo. Se o rei for queimado, acaba o jogo, como um xeque-mate.


 — A Educação Física não se limita ao aspecto psicomotor. Envolve concentração e trabalho em equipe. De que adianta ser um ótimo atleta se você não for uma pessoa de bem? — pondera o professor.

 Relacionar o conteúdo da Educação Física ao de outras disciplinas e demonstrar seu aspecto mais humano estão entre as maneiras encontradas pelos professores para legitimar as aulas e conquistar pais e alunos. Esse é o desafio do professor Marcos Mattos, coordenador de Educação Física do Colégio Marista São José, também na Tijuca.



                       
   Em equipe:  Alunos jogam queimado em aula de Educação Física do Batista Shepard


— Aqui, tentamos aliar a competição à cooperação. É necessário contextualizar a atividade física com o aprendizado. Se o sujeito não entende os valores do jogo, não adianta. A interação passa por compreender o próximo. É preciso entender os limites de cada um — ensina.

  Para difundir esses valores, o colégio realiza, anualmente, a Olimpíada do Marista, que envolve todo o colégio e dura uma semana, durante a qual não há aulas, em julho.

  (Fonte: Jornal "O Globo", de 30/10/15).

  Comentário de MARIANA:

  Esta reportagem eu posto em homenagem ao Tio Alan, nosso querido professor de Educação Física, que sabe como ninguém motivar e incentivar a todos nós alunos do CFV a gostarmos e praticarmos educação física.

  Com carisma e com variedades de atividades e de jogos, o Tio Alan consegue despertar o interesse e a atenção de todos nós, mesmo nos dias em que temos uma prova difícil no mesmo dia.  

   Ele sempre tira nota 10 (dez) no quesito bom humor. Um dia desses, ele nos contou uma estória quando ele foi ao show dos Paralamas do Sucesso, e de repente o Herbert Vianna falou que iria cantar uma música em homenagem a uma pessoa grande que estava na plateia. E apontando para o Tio Alan ele começou a cantar a música "Óculos". Foi uma tremenda zoação, os amigos dele sacolejaram tanto ele, que a lente do seu óculos acabou caindo e se perdendo (rss!!!).

   Nas aulas de educação física, a atividade que mais gosto de fazer é o vôlei e o queimado. E você Companheiro da Turma 801, qual a a sua atividade predileta nas aulas de educação física???  
  




POLÍTICA

Províncias vão decidir sobre política de dois filhos na China

Ainda assim, governo precisará aprovar decisão familiar

                         
           Governo chinês vai deixar detalhes da implementação da política de dois filhos às províncias 


   PEQUIM - Uma autoridade de planejamento familiar da China disse nesta sexta-feira que o governo central vai deixar as províncias decidirem sobre os detalhes da implementação da nova política que permite aos casais ter dois filhos. 


   A nova política, anunciada na quinta-feira pelo Partido Comunista, representa um relaxamento na longa e controversa "política do filho único". Pequim espera que a ação regule a idade da população, que está cada vez mais velha. Apesar do anúncio, o governo irá continuar envolvido. Famílias que desejam ter um segundo filho ainda irão precisar de aprovação, embora eventualmente a comissão irá transferir as aprovações para um sistema de registros, informou o vice-diretor Wang Peian na nota


   Cerca de 90 milhões de famílias podem ser qualificadas para a nova política de dois filhos, que ajudaria a aumentar a população a um número estimado em 1,45 bilhão até 2030, informou a Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar em nota. A China, nação mais populosa do mundo, tinha 1,37 bilhão de pessoas no fim do ano passado.
   A China implementou por décadas a política de filho único, que levou a abortos forçados e infanticídios pelo país. Recentemente, no entanto, a política foi relaxada, e alguns casais já estavam autorizados a ter um segundo filho. Outros recebem a permissão somente se pagarem uma multa.

   Wang afirmou que a comissão espera que a força de trabalho entre 15-59 anos cresça até cerca de 30 milhões até 2050, estabilizando expectativas de crescimento econômico. O governo implantou a politica com a intenção de controlar a taxa de natalidade no país, que é de 1,6 criança por família, segundo Lu Jiehua, professor do Departamento de Sociologia do Instituto de Sociologia e Antropologia na Universidade de Pequim.

— Se o índice não crescer significativamente depois de cinco ano, acho que o governo vai tomar outras medidas para cortar restrições a nascimentos. Idealmente, a taxa deve 2,1, o que pode impulsionar a economia e o desenvolvimento social melhor — disse o acadêmico.

    (Fonte: Jornal "O Globo", de 30/10/15).

     Comentário de MARIANA:

   Que tema mais polêmico esse, hein? Que país tão diferente esta tal de China? Maior país do mundo, maior população da terra, língua diferente de todos os outros países do mundo, com dezenas e dezenas de dialetos, cultura e religião também diferente das demais, e como não se bastasse, uma política de planejamento familiar só vista naquele país. É ou não é um país que deve ser estudado e conhecido por todos??? 

   Agora esta questão da política de planejamento familiar é realmente algo curioso. Por exemplo: se meus pais fossem chineses e morassem na China, eu teria nascido, mas meu irmão Bruninho não. Eu nem me lembro mais como era a minha vida sem ter irmão. 

   Mas, por outro lado temos que respeitar a política de planejamento familiar deles, pois eles deviam saber bem das dificuldades econômicas que a sociedade estava passando quando adotaram esta política.

   E você professor e companheiro do CFV (Construindo Futuros Vencedores) aceitaria esta política de planejamento familiar numa boa??? Você tem irmãos??? Quantos filhos você pretende ter???
   





SAÚDE e BEM-ESTAR

Anúncios comerciais com brinquedos levam crianças a fast foods

Redes de restaurantes investem em publicidade nas principais emissoras infantis
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                              Brindes do McLanche Feliz
RIO - Um estudo publicado esta semana na revista “Journal of Pediatrics” afirmou que os anúncios comerciais de fast food que exibem a entrega de brinquedos aumentam o desejo das crianças de ir aos restaurantes. Além disso, quanto mais as crianças assistem comerciais de fast food, mais elas comem estes alimentos.

   A pesquisa, assinada por pesquisadores da Universidade de Dartmouth (EUA), focou sua análise em anúncios das redes Burger King e McDonald’s, as duas empresas que mais investem em publicidade em emissoras infantis, como Nickelodeon e Cartoon Network.

   O estudo foi realizado em 2009; desde então, novas medidas aumentaram o controle sobre as campanhas de marketing de fast food voltadas às crianças. No entanto, outro levantamento avaliou que, em 2013, ambas as companhias voltaram a investir fortemente no público infantil

   No início do ano, a Unidade para Avaliação de Publicidade Infantil dos EUA repreendeu o McDonald’s por veicular um comercial da promoção Happy Meal com os populares personagens de “Teenie Beanie Baby Boo”. O anúncio foi retirado do ar.



   (Fonte: Jornal O Globo, de 02/11/15).



   Comentário de MARIANA

   Esta notícia eu já sabia, sabia de verdade, pois meu irmão Bruninho, de 7 anos, que assiste o Cartoon diariamente, vê esses comerciais do McDonands sobre o tema de brinquedo do McLanche Feliz, e vai logo pedir pro meu pai levar ele para a loja mais perto. Enquanto meu pai não leva ele não para de lembrar. Meu irmãozinho é o maior colecionador de brinquedos do McLanche Feliz que eu conheço.

   Para não termos que ir muitas vezes ao McDonands, pois minha mãe Claudia, nutricionista que é, sempre alerta que esses fast food não são saudáveis, quando nós vamos para alegrar meu irmãozinho, todos pedem  o mesmo sanduiche: "McLanche Feliz", assim o meu irmão Bruninho completa a coleção numa única ida ao McDonands. Esperto meu pai Renato né??? Gasta menos e assim comemos menos fast food (rss!!!)???

   E você amiguinho da Turma 801, quando criança também pedia para os seus pais levarem você no McDonands só para ficar com o brinquedo do McLanche Feliz??? Fala a verdade hein!!! (rss!!!).

CULTURA

A convite da Flupp, autores escrevem sobre o Rio de Janeiro do futuro


Nomes como Fausto Fawcett e Martinho da Vila projetam o futuro da cidade em contos
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    No futuro de Fausto Fawcett, violinos cheios de aplicativos são cravados no alto dos morros cariocas
RIO - Uma cidade submersa, com mergulhadores — como os escafandristas da canção de Chico Buarque — buscando objetos que ficaram esquecidos na inundação, enquanto os antigos morros sobrevivem como ilhas. Combates de violinos ultratecnológicos nas favelas. A educação e a saúde públicas completamente democratizadas. Um território de resistência negra e indígena. Um espaço urbano de vigilância extrema, nos moldes de “Robocop”. Os diversos cenários possíveis para um Rio do futuro, projetando a cidade em seu aniversário de 500 anos, aparecem descritos nos contos de “Rio 2065” (Selo Flupp/ Casa da Palavra), previsto para ser lançado em março do ano que vem. O projeto, proposto pela Flupp — Festa Literária das Periferias, cuja quarta edição começa amanhã no Complexo Babilônia/ Chapéu Mangueira, reúne 70 autores, entre eles Martinho da Vila, Carlito Azevedo, Luiz Eduardo Soares, Fausto Fawcett, Fred Coelho, Cacá Diegues, Marcus Faustini, Elisa Lucinda, Bernardo Vilhena, MC Marechal, Arthur Dapieve e Paulo Scott
   Há projeções otimistas e pessimistas — com algumas previsões recorrentes em alguns contos, como a invasão das águas provocada pelo aquecimento global. Em meio a eles, o livro faz um exercício de entendimento dos caminhos que o Rio pode seguir a partir do cenário que se anuncia hoje — questões como segurança pública e os planos de ocupação da cidade aparecem discutidas ali, num exercício de pensar o presente a partir do futuro, algo que está na natureza do próprio gênero ficção científica.
— A distopia é uma das principais características do livro — avalia Julio Ludemir, um dos idealizadores da Flupp, ao lado de Ecio Salles. — Esses textos falam de uma sociedade que jamais abriu mão de seus vícios, que não conseguiu se reinventar da argamassa que a constituiu, que é a escravidão, o racismo. Uma sociedade que não consegue superar as limitações que estão no cerne de seus problemas é a mesma sociedade que não consegue enfrentar os problemas ambientais que podem produzir o cenário previsto pela maioria dos autores.

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   Ludemir, porém, aponta outra perspectiva que também aparece no livro — a do futuro como o prosseguimento de um processo de melhora da cidade ao longo das últimas décadas:
— Gostaria de lembrar o momento em que Martinho da Vila foi à Faetec da Babilônia, onde vamos fazer a Flupp. Ele lembrou todas as mudanças pelas quais a favela passou. Ele conhecia o morro de 30 anos atrás. Lembrou do processo de formação do PT, que resultou na única governadora negra de nossa história, a Bené (Benedita da Silva), de um momento muito particular do movimento negro carioca. Quem testemunhou todas as mudanças ocorridas na Babilônia e no Chapéu-Mangueira tem inevitavelmente um olhar esperançoso para o futuro — diz Ludemir. — Fazer o livro dialogando com o futuro é também uma das nossas leituras do principal capital do Rio, que é exatamente o futuro.
   O livro traz autores jovens e consagrados, de diversos lugares da cidade e da Região Metropolitana, num painel traçado a partir dos encontros realizados pelo ciclo Flupp Pensa desde maio. Aí também se mostra uma perspectiva defendida pela Flupp já na criação de seu conceito — de descentralização do conhecimento e do debate:
— Eles reuniam um autor do centro e outro da periferia. No Pantanal, bairro de Caxias em que morou Tenório Cavalcanti, havia de um lado Zuenir Ventura e do outro Yasmin Thayná, cujo conto que deu origem ao filme “Kbela” (dirigido por ela) foi publicado na primeira edição da Flupp Pensa. Esse encontro de periferia e centro é muito próprio do Rio, uma das poucas cidades do mundo em que a periferia está no centro — diz Ludemir.
   Os contos do livro exploram diversos formatos. Charles Feitosa, por exemplo, imagina o roteiro de um programa de rádio (“Rádio-Mental, sempre ligado na frequência do seu pensamento”) e a partir dele dá pistas de como é essa cidade do futuro em aspectos geográficos (“Bom dia para você que vive nessa cidade, que vai da antiga Avenida Atlântica até a Avenida Paulista”) e socioambientais (“Somos quase cem milhões de paulirocas, todos juntos respirando o mesmo aroma, esse maravilhoso cheiro de cocô de cachorro misturado com fumaça de escapamento de fábricas e uma pitada de brisa do mar”).
   Fred Coelho, por sua vez, reflete sobre os motivos da parca tradição brasileira na ficção científica (“E como escrever sobre o futuro mediante a necessidade de tirar o atraso? Já começamos atrás do presente, ou seja, no passado do tempo que desejávamos ser.”). A partir daí, imagina-se como um personagem projetado no futuro escrevendo uma carta a seu bisneto. Ali, fala das transformações passadas pelo Brasil e pela cidade fundada em 1565 (e agora “afundada” sob as águas, como descreve): em 2025, os índios se revoltando contra o extermínio e tomando Brasília; a resposta numa “ditadura civil moralista extrativista” que instaurou uma espécie de reedição de Canudos assassinando os índios e queimando suas florestas; o caos climático como consequência; migrações em massa.
   Entre as projeções curiosas há algumas sinistras, na linha do “1984” de George Orwell. É o caso do “Ato Institucional Tecnológico Número Sete, que foi um decreto nacional referindo-se à utilização extrema da tecnologia por parte do Estado, extinguindo qualquer referência às tradições”, no texto de Luiz Fernando Pinto. Outras soam lúdicas, apesar de em algum lugar assustadoras, como o reality-áudio imaginado por Luiz Eduardo Soares, “que liga os ouvintes à intimidade de um grupo de amigos imaginários, representados por vozes que seguem roteiros gerados por um software, cuja tarefa é combinar aleatoriamente o repertório da literatura universal e do teatro”.
A Flupp 2015, que homenageia Nise da Silveira, tem o futuro em sua perspectiva não somente no projeto do livro “Rio 2065”. Ele está em mesas como a de Alan Campbell, que faz o caminho da narrativa dos games para a literatura:
— O primeiro critério da curadoria da Flupp foi tentar dialogar com o futuro, com um Rio de Janeiro daqui a 50 anos — explica Ludemir. — É imensamente difícil trabalhar com a memória da favela. As possibilidades de registro são próprias do mundo burguês, que tem registros escritos como a carta, o cartório em que são lavradas as propriedades privadas, além das fotografias, dos filmes de super-8 etc.
   Ele diz ainda que “há uma sábia tentativa de se esquecer  o passado, um depósito de grandes dores e privações”:
— Por isso, o lugar em que mais se encarna a ideia de que o futuro será melhor é a favela. Um dos símbolos da favela é o puxadinho, que aponta sempre para as próximas gerações, para as pessoas que vão sendo incorporadas à família.

    (Fonte: Jornal “O Globo”, de 02/11/15).

     Comentário de MARIANA:
   Que exercício mais interessante, escrever como poderá ser o nosso, apesar de todos os problemas, amado Rio de Janeiro daqqui a 50 Anos, quando a nossa Cidade maravilhosa completará 500 anos, em 2065.
   Se eu fosse convidada para escrever nesse Projeto da "FLUPP" (Festa Literária das Periferias),  otimista que sou, certamente iria falar sobre uma cidade ainda melhor e mais bonita, com favelas transformadas em bairros de verdade, com ruas asfaltadas, e oportunidades melhores para todos, com menos desigualdade social e menos pobreza. Ah sim, daqui há 50 anos, certamente eu terei 63 anos de idade: 13 + 50=63 (rss!!!).
     E você meu coleguinha da turma 801, o que escreveria sobre o futuro de nossa cidade daqui há 50 anos??? Como estaria sua vida???

CIÊNCIA

Proteína da banana combate vírus da Aids, hepatite C e gripe
Estudos alimentam esperança para criação de medicamento antiviral amplo
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                  Pesquisadores reconstruíram proteína encontrada na banana

RIO — Os benefícios do consumo de bananas são bastante conhecidos, mas novos estudos apontam que uma proteína encontrada na fruta, batizada como lectina da banana (BanLec), pode ajudar na criação de medicamentos usados no combate contra infecções virais. A substância é capaz de ler “códigos de açúcar” em células e vírus. Esses códigos são usados na comunicação das células do corpo para se comunicarem, mas que são sequestrados por vírus e outros invasores.
   Há cinco anos, estudos demonstraram que a BanLec era capaz de impedir que o HIV invadisse as células do corpo, mas também causava efeitos colaterais tão graves que limitava o seu uso medicinal. Um novo experimento, publicado nesta quinta-feira na revista científica “Cell”, demonstra a criação de uma nova forma da BanLec, que ainda combate vírus em cobaias, mas não provoca irritações e inflamações indesejadas.
— O que nós fizemos é excitante porque existe o potencial da BanLec para o desenvolvimento em um agente antiviral de amplo espectro, algo que não está disponível clinicamente para médicos e pacientes atualmente — disse David Markovitz, professor na Escola de Medicina da Universidade do Michigan e coautor do estudo. — Mas também é excitante ter criado pela engenharia uma molécula de lectina pela primeira vez, pelo entendimento da sua estrutura.
   Pelo estudo da estrutura da BanLec, os pesquisadores conseguiram identificar a parte da molécula responsável pelos efeitos desejados e indesejados. Então, eles construíram em laboratório uma nova versão da BanLec, chamada H84T, mudando ligeiramente a sua genética. Como resultado, uma nova forma da BanLec que combate vírus causadores da Aids, hepatite C e influenza em amostras de sangue e tecido, sem causar inflamação. Os cientistas também demonstraram que a H84T BanLec protegeu um rato contra o vírus da gripe.
   Os esforços para o entendimento e reconstrução da BanLec contaram com a participação de 26 pesquisadores de cinco países, com financiamento de fundações e do governo americano e de países europeus. Com técnicas modernas de raio-X, eles analisaram a localização exata de cada átomo na proteína, que ajudaram na compreensão de como a BanLec se conecta tanto aos vírus como às moléculas de açúcar na parte externa das células.
   Esse entendimento permitiu a alteração no gene de forma a manter essa característica, de manter os vírus fora das células, mas sem disparar respostas do sistema imunológico. A nova versão da BanLec tem uma estrutura a menos em sua superfície para açúcares, chamada como “chave grega”. Isso torna impossível que açúcares dos linfócitos T se prendam à proteína, mas ainda permite que a BanLec se agarre aos açúcares na superfície dos vírus
   Apesar dos resultados promissores em laboratório, testes em humanos ainda exigem alguns anos de pesquisas. Mas os cientistas estão confiantes no desenvolvimento de drogas que funcionem contra vários tipos de vírus e contra vírus que se modificam rapidamente, como o influenza.

— Melhores tratamentos contra a gripe são urgentes — disse Markovitz. — O Tamiflu é apenas modestamente efetivo, especialmente em pacientes em estado crítico, e o influenza pode desenvolver resistência contra ele. Nós esperamos que a BanLec possa se tornar útil em situações como respostas contra emergências pandêmicas, onde a causa precisa de uma infecção é desconhecida, mas a causa viral seja suspeita.
 
   (Fonte: Jornal “O Globo”, de 22/10/15).  

   Comentário de MARIANA:
   Esta notícia eu adorei, pois banana é a fruta que eu mais gosto. Adoro banana com farinha láctea e também a vitamina de banana que a minha mãe prepara para mim.  
   Além do sabor que eu realmente sou fã, minhas professoras de balé já tinham aconselhado uma dieta rica em banana, pois o potássio  existente nas bananas evitam que as bailarinas, tal como “euzinha”,tenhamos câimbra durante os treinamentos. Agora, no combate as infecções virais que tanto afetam as crianças e os jovens eu não sabia, e é uma boa a agradável surpresa.
   E para melhorar, em época de crise, é sempre bom lembrar que o Brasil é um dos maiores produtores de banana do mundo e por isso seu preço não é tão caro, pelo menos por enquanto (rss!!!).
   E você coleguinha do CFV (Construindo Futuros Vencedores), também gosta de banana??? Qual a sua fruta predileta???

MUNDO


 Rússia testa tripulação de mulheres para missão à Lua
Seis russas ficarão oito dias confinadas fazendo experimentos científicos
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   O experimento quer avaliar o comportamento de mulheres em um possível voo para a Lua.
RIO - Uma equipe de mulheres russas que estão treinando para uma possível futura viagem à lua em 2029 foi confinada por oito dias. O objetivo do programa Moon-2015 é verificar se elas conseguem "sobreviver" à experiência. Para isto, o grupo foi trancado numa réplica de espaçonave no Instituto de Problemas Biomédicos. Elas ficarão no simulador até quinta-feira da semana que vem.
   Mas antes de começar o teste, que imita uma viagem de ida e volta à Lua e durante o qual elas terão que participar de 30 experimentos científicos, as aspirantes a cosmonautas participaram de uma coletiva de imprensa durante a qual foram bombardeadas com perguntas previsíveis sobre futilidades como penteados e maquiagem, segundo o jornal britânico "The Independent".
— Somos lindas sem maquiagem — disse Darya Komissarova ao ser perguntada sobre como elas "suportariam" ficar oito dias sem homens e maquiagem.
   Outra participante, Anna Kussmaul, afirmou que com os experimentos sendo conduzidos nos campos da Psicologia e Biologia Humana, elas não "teriam tempo para pensar em homens".
— Eu não sei como vamos sobreviver sem xampu, porque até nessa situação, nós queremos ficar bonitas — completou Anna.
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s seis aspirantes a cosmonautas ficarão trancafiadas por uma semana
   A Rússia tem tradição na formação de cosmonautas do sexo feminino. Foi a União Soviética que enviou a primeira mulher ao espaço. Em 1963, dois anos após o histórico voo de Yuri Gagarin, Valentina Tereshkova passou quase três dias orbitando o planeta.
   Sergie Ponomarev, diretor-científico do projeto Moon - 2015, afirma que será "interessante ver como elas se comportam e executam as tarefas".
— Nós acreditamos que as mulheres não apenas não serão piores que os homens em algumas tarefas no espaço, como serão melhores — disse Ponomarev.
   Também nesta semana, a Rússia anunciou o plano de enviar uma missão tripulada para a Lua em 2029. A espaçonave já está sendo construída em Moscou e, antes de viajar até o satélite, fará um voo inaugural em 2021 e se acoplará à Estação Espacial Internacional em 2023.
    (Fonte: Jornal “O Globo”, de 29/10/15). 
     Comentário de MARIANA:
   Queridas professorAs e amiguinhAs do CFV, finalmente chegou nossa vez, mulheres e meninas, vamos enfim ser as protagonistas desta missão espacial a lua. Chegou o nosso dia, atrasado mas ainda em tempo. Com certeza a lua ficará mais charmosa e bonita, após a viagem dessas astronautAs russas, mesmo sem a maquiagem delas lá no espaço (rss!!!).
   Agora sem os homens é que eu acho que elas não vão conseguir ficar por muito tempo. Afinal de contas quem vai abrir as latas de comidas lá na lua, pode quebrar as unhas delas (rss!!!). E o celular para fazer “selfie” será que elas vão poder levar??? (rss!!!).
   E você querida professorA ou querida coleguinhA da Turma 801, teria coragem de embarcar em um foguete rumo a lua e ficar distante de tudo por 08 (oito) dias???

TE CONTEI???


Te Contei que Fui no Rock in Rio 30 Anos???

     Gente, vou contar pra vocês uma das aventuras em família mais incríveis que: eu, meu pai Renato, minha mãe Claudia e meu irmão Bruno já tivemos: fomos ao "Rock in Rio 30 Anos". Principalmente para meus pais, que nunca tinham ido a nenhum dia de show, de nenhuma das edições anteriores do festival, e tinham esse desejo desde janeiro de 1985, data do primeiro Rock in Rio, e estavam realizando agora, juntamente comigo e meu irmão Bruninho esse sonho de 30 anos. Que máximo não???  

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     Apesar de parecer um programa um pouco arriscado e cansativo, e realmente é, graças ao planejamento bem elaborado por meus pais, foi um dia bem divertido, repleto de novidades para todos nós, com muita emoção, e é claro, com muita música, por que como uma vez disse a atriz Christiane Torloni, era: "dia de rock bebê" (rss!!!).
     O planejamento se iniciou com a escolha do   dia mais apropriado para irmos. Tinha que ser um dia de público calmo e tranquilo, pois meu irmão só tem 7 anos e eu ainda sou  uma "aborrescente", quer dizer adolescente (rss!!!), e principalmente um dia onde todos gostassem dos shows. Escolhemos o domingo: 20 de setembro,  que tinha as seguintes atrações: Os Paralamas do Sucesso (19h), Seal (20h30m), Elton Jonh (22h), e Rod Stewart (23h30m). Dia perfeito, programação ótima e de público familiar, sem contar que lá em casa somos todos fãs dos Paralamas, temos todos os CDs e DVDs.

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     Depois da escolha do dia, passamos a pensar qual a melhor hora e forma de chegar        na Cidade do Rock. Para isso, acessamos a internet, ficamos atentos aos noticiários na TV sobre o Rock in Rio, e também consultamos amigos e parentes que tinham ido em algum dos dois dias anteriores, pois o festival havia começado na sexta, 18 de setembro.
    Escolhemos sair de casa logo depois do almoço. Fomos de carro até o Aeroporto  e pegamos o BRT (Bus Rapid Transit), que era informado como a melhor opção para se  chegar na Cidade do Rock. Apesar de demorado, pouco mais  de 2 horas, chegamos com segurança e tranquilidade, sem nenhum tumulto ou preocupação.

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     Já dentro da Cidade do Rock, ainda de dia, passamos a fazer um reconhecimento em todos os points, e tiramos fotos em todos os lugares que conhecíamos, para registrar e eternizar aquele dia em nossas vidas. Eram muitos cenários diferentes e legais que o tempo passou tão rápido, que quando percebemos já era noite, e se aproximava a hora da primeira atração...

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     Conhecemos e tiramos várias fotos na "Rua do Rock", assistimos a um show muito bom, no Palco Sunset (palco menor para shows secundários), em homenagem aos 30 Anos do Festival que relembrou as atrações mais inesquecíveis de todas as edições. Mas, o melhor e mais emocionante ainda estava por vir...

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       As 19h15m começou uma ensurdecedora queima de fogos, que lembrou o "Réveillon", avisando que agora era pra valer, e logo em seguida para animar e esquentar a galera, iniciou aquela melodia, que segundo meu pai é histórica e emocionante: 

       "...se a vida começasse agora,
        E o mundo fosse nosso outra vez,
        E a gente não parasse mais de cantar, de sonhar...
       Que a vida começasse agora
       E o mundo fosse nosso de vez
       E a gente não parasse mais de se amar, de se dar, de viver
      Uou uou uou uou uou
      Rock in Rio!!!"   

      E aí, para delírio geral, entrou no Palco Mundo: "Os Paralamas do Sucesso", abrindo  o show com a primeira música de sucesso deles: "Vital e sua Moto". E foi exata uma hora somente de sucessos, passando por "Óculos", "Meu erro", "Alagados", "Melô do Marinheiro", "Você", "Ska", "Uma Brasileira", "O Beco", "Lanterna dos Afogados", "Cinema Mudo", "A Novidade", entre outros tantos hits, sendo o show encerrado com uma música feita ainda na década de 80, pela "Legião Urbana", mas infelizmente com letra ainda tão atual "Que país é Este?" A multidão delirou do início ao fim, sem tempo sequer para respirar (rss!!!).

                            

     Depois veio o show do cantor "Seal" que eu minha família não conhecíamos tão bem, mas até que gostamos de ouvir suas canções. Aproveitamos para lanchar sentados numa canga que minha mãe estendeu no chão. Ficamos bem a vontade, comendo e ouvindo o show, um belo piquenique no Rock in Rio (rss!!!).
   Após, como já era previsto, o Bruninho dormiu, mesmo com o som alto rolando e  toda a galera cantando. Aí percebemos, que para nós, o show já tinha terminado. Mas não tinha importância, já estávamos satisfeitos e felizes com nossa primeira vez no Rock in Rio. Tinha sido uma aventura em família inesquecível. E com as benção de Deus, deu tudo certo, tudo ocorreu  como havíamos planejado, inclusive o fato de termos que sair antes devido ao cansaço do Bruninho e também de todos nós. Até a volta de BRT foi perfeita...

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     Mas, o mais emocionante segundo meu pai, que é fã há trinta anos dos "Paralamas do Sucesso", foi assistir ao show inteirinho com meu irmão Bruninho no seu colo, cantando todas as músicas, e eu e minha mãe também cantando e dançando. Ele disse para nós que isso não tem preço, que ele vai lembrar deste dia por toda a sua vida...
      E eu, vou poder contar aqui para vocês, professores e amiguinhos do CFV (Construindo Futuros Vencedores), que:  "Rock in Rio 30 Anos, EU FUI!", aliás: "Eu e Minha Família FOMOS!!!" (rss!!!).

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