sexta-feira, 24 de outubro de 2014

CULTURA



Livros infantis sobre folclore e cultura alagoana são lançados em Maceió

Cinco novos títulos foram selecionados para a coleção 'Coco de Roda'.
Evento teve encontro com autores e contação das história


  Foram lançados, na manhã deste domingo (19), cinco novos títulos da coleção de livros infantis 'Coco de Roda' da Imprensa Graciliano Ramos. O evento, que teve contação de histórias e atraiu dezenas de famílias, aconteceu na rua fechada, na Ponta Verde, em Maceió.

Famílias prestigiam lançamento de livros infantis da coleção 'Coco de Roda' (Foto: Micaelle Morais/G1) Famílias prestigiam lançamento de livros infantis da coleção 'Coco de Roda'

  Os livros lançados foram escolhidos por meio de um edital de seleção e contam histórias baseadas na cultura popular, história e geografia de Alagoas. Autora de dois livros selecionados nesta edição, Ei, você viu Luizinho? e O embrulho misterioso de Nina, no qual foi colaboradora com Kemesson Lemos, a escritora Sara Albuquerque contabiliza três títulos publicados na coleção 'Coco de Roda' e  conta que o trabalho desenvolvido é importante para o público infantil.
  "É gratificante poder contribuir para a formação da criança. Ela tem a oportunidade de conhecer um pouco da cultura, do folclore e da história das cidades de Alagoas. Os enredos dos meus livros se passam em Maragogi e Palmeira dos Índios e é engraçado porque as crianças podem se sentir dentro das cidades. No meu primeiro livro publicado na coleção, O segredo do rio Mundaú, crianças que já haviam visitado as cidades tratadas na história, reconheciam alguns lugares e tentavam procurar os personagens dos livros lá", conta.

Escritora Sara Albuquerque recebe crianças que foram ao evento (Foto: Micaelle Morais/G1)
Escritora Sara Albuquerque recebe crianças
que foram ao evento

  Ainda de acordo com a autora, os livros foram produzidos sem custo para os escritores. "A oportunidade de ter o trabalho publicado é única. Eu não tive custo nenhum porque a Imprensa Graciliano Ramos dá essa oportunidade para os escritores iniciantes", afirma.
Adalberto Souza é escritor e levou o filho Leandro de 6 anos para prestigiar o evento e o presenteou com um dos títulos da coleção. Para ele, o incentivo à leitura desde cedo é fundamental para o desenvolvimento das crianças. "Qualquer iniciativa que envolva literatura infantil eu levo o Leandro. Essa da coleção 'Coco de Roda' é louvável porque há uma possibilidade de criar um público fiel de leitores, principalmente porque as crianças possuem contato com os mitos e lendas da cultura do nosso estado. Sempre que viajamos, buscamos livros que contem mais da história do lugar que visitamos", afirma.
  Segundo a autora de A menina singeleza, Renata Baracho, a inspiração para escrever a obra surgiu a partir de sua própria história. "Eu nunca havia pensado em ser escritora, mas a oportunidade veio por meio do edital da Imprensa Oficial Graciliano Ramos. Como a temática deveria ser ligada à cultura e folclore de Alagoas, eu fiquei pensando e decidi me inspirar na minha história, onde eu nasci, em meio a bordados e artesanato. Conheci o bico singeleza, que é um tipo de bordado que pouca gente faz hoje em dia e acabei me encantando", afirma ao enfatizar que as obras ajudam a perpetuar a cultura alagoana.
  Bruna de 8 anos esteve no evento e ganhou o livro A sertaneja e o imperador. "Eu gostei muito da história e dos desenhos do livro. Com a história, eu conheci mais do Sertão nordestino e fiquei com vontade de visitá-lo algum dia", conta.

Coleção de livros infantis lança cinco novos títulos 

  Os cinco títulos foram produzidos por autores alagoanos ou radicados no estado e estão sendo vendidos por R$ 20 nos pontos de venda da Imprensa Oficial Graciliano Ramos.
  A menina singeleza, escrito por Renata Baracho e ilustrado por Lucas Nascimento, conta a história de Marechal Rendado, uma cidade cheia de cores e histórias, onde acontece uma grande confusão entre as rendas e os bordados: a senhora Renascença, o senhor Filé, o Bilro, o Redendê e o Ponto Cruz brigam para ser o mais bonito e poderoso. Até uma menina aparecer e provocar uma mudança na pequena cidade.
  A sertaneja e o imperador, escrito por Eliana Maria e ilustrado por Cristiano Suarez, narra a história do encontro entre Zefinha, uma mulher corajosa do Sertão alagoano, e o Imperador D. Pedro II, que visitou Alagoas. Durante uma cerimônia conhecida como beija-mão, a sertaneja levará um presente valioso que vai causar uma surpresa a todos.
  Ei, você viu Luizinho?, escrito por Sara Albuquerque e ilustrado por Bruno Clériston, traz a história de amizade entre Melissa e Luizinho, duas crianças que se encontram na Praia de Maragogi, em Alagoas. Ela, com a arte de trançar palhas de coqueiro, e ele, com a palavra, vão descobrir muitas coisas bonitas juntos.
  Lampião e a baleia da Serra, escrito por Mariana Tavares e ilustrado por Herbert Loureiro, conta a história do encontro entre a baleia Lilu e o cangaceiro Lampião. Cansada de viver no mar, Lilu viaja para o Sertão de Alagoas e lá vai ajudar Lampião a conquistar o coração de Maria, a moça mais bonita da cidade.
  O embrulho misterioso de Nina, escrito por Kemesson Lemos e Sara Albuquerque e ilustrado por Robson Araújo, narra a história da pequena Nina, que chega a uma cidade alagoana com a missão de cumprir a promessa feita a seus pais. Ao chegar, ganha a companhia de Joaquim, que dividirá com ela uma descoberta. Na bagagem de Nina, o pacote que guarda um segredo muito especial.

Evento levou contação das histórias dos livros para as crianças (Foto: Micaelle Morais/G1) Evento levou contação das histórias dos livros para as crianças.

(Fonte: Portal de Notícias "G1", de 19/10/2014).

  Comentário de MARIANA:
  Em tempos de internet, importação de qualquer coisa e de globalização de tudo, saber que em algum canto deste nosso imenso Brasil, alguém organiza e prestigia nossa cultura nacional é de se "tirar o boné", como bem diz meu avô Divino, pai de meu pai. Por falar em pai, meu pai Renato, sempre diz que é muito importante para um país ter sua própria identidade, valorizar seus costumes e suas raízes. Não é a toa que desde pequena ele nos ensinou a gostar das histórias da Turma da Mônica, do nosso Maurício de Sousa, e das inesquecíveis histórias da Turma do Sítio do Pica pau Amarelo, do amado Monteiro Lobato. Aliás, eu já falei da Emília aqui no meu Blog lembram??? E você coleguinha da Turma 701 do CFV, qual história da do nosso folclore ou da nossa cultura mais gosta???


ÉTICA e CIDADANIA



A história do voto no Brasil: o longo caminho da cidadania

Os processos eleitorais que transformaram o país na quarta maior democracia do mundo

Seção eleitoral feminina do Méier, em 1933, no primeiro pleito com participação das mulheres Foto: Arquivo O Globo / Agência O Globo
 
RIO — Quando o Brasil for às urnas amanhã, muitos ouvirão o termo “festa da democracia”. Mas se o voto obrigatório seria um fardo para alguns, para toda a nação há motivos de sobra a comemorar. Mais de 142 milhões de brasileiros estarão aptos a escolher seus representantes, tornando o país a quarta maior democracia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e Indonésia em número de eleitores. Nossa urna eletrônica é reconhecida internacionalmente pela segurança e eficiência. O longo caminho para chegar até onde estamos, entretanto, não foi fácil. Nossa História também é recheada de fraudes, exóticos mecanismos eleitorais e restrições de camadas sociais.
  E quanto mais recuamos no tempo, mais encontramos barreiras. Nos tempos do Brasil Colônia, apenas os “homens bons da terra” votavam para a governança das vilas. Lia-se por “bom” apenas quem fosse “católico, casado ou emancipado, com cabedal e pureza de sangue”. Ou seja, a elite local.
  Foi assim até que conseguimos nos libertar de Portugal, em 1822. Quando começamos a discutir como escolheríamos nossos representantes, D. Pedro I, com medo de perder parte de seu poder imperial, resolveu fechar a Assembleia Constituinte e outorgar uma nova Constituição em seu lugar em 1824.
  Surgia então nossa primeira carta magna, que dentre outras coisas estipulava que as eleições seriam indiretas para a Câmara dos Deputados e Senado, com dois turnos. No primeiro, votava apenas quem possuísse renda mínima anual de 100 mil-réis, quantia bem considerável para um país onde mais da metade da população era escrava. Esse grupo escolheria os eleitores que apontariam finalmente os ocupantes dos cargos parlamentares.   Para fazer parte dessa leva, era preciso ganhar ao menos 200 mil-réis por ano.
  ELEIÇÃO MASCULINA E BRANCA
  Um fato curioso do período é que, apesar de isso não estar expresso na Constituição de 1824, a eleição era exclusivamente um terreno branco e masculino.
— Não precisava colocar na lei, estava implícito que a regra era a exclusão de escravos e mulheres. Era algo inerente àquela sociedade do século XIX — afirma Jairo Nicolau, professor da UFRJ e autor do livro “Eleições no Brasil”.
  Em 1882, um ano após as eleições para o Congresso passarem a ser diretas, foi instituído que os novos eleitores que quisessem participar das eleições deveriam saber ler e escrever, mas não precisavam comprovar mais renda. O cerceamento para os analfabetos foi confirmado em um dos primeiros decretos da República que nasceria em 1889. Dali em diante, todos os eleitores deveriam saber ao menos assinar seu nome.
  O resultado foi uma queda brusca do eleitorado. Se em 1872, ano do primeiro Censo, o Brasil tinha mais de um milhão de votantes, cerca de 10% da população total, em 1896 apenas 292 mil votariam para presidente, cerca de 2% de todos os brasileiros. A República, que havia prometido mais liberdade e democracia do que o regime anterior, acabou tento menos cidadãos representados em suas fileiras.
— Essa regra teve um impacto terrível para limitar a expansão do sufrágio, e só foi corrigida com uma emenda constitucional em 1985, com a volta do voto para analfabetos. A elite não se preocupava com os pobres. “Para quê vou prover escolas para analfabetos se eles não têm voz, não me pressionam?” Hoje, ai de um político que desmonte algum programa social — explica Nicolau.
  Assim como no Império, não havia proibição ao voto feminino na Constituição de 1891, mas também não havia permissão. Na onda do federalismo exacerbado, cada estado do Brasil definia seu calendário eleitoral e a forma de alistamento de eleitores para pleitos locais. E com o voto sendo declarado no momento da urna abertamente, era comum as votações serem administradas por lideranças regionais. Os “coronéis” da terra, grandes fazendeiros, arregimentavam verdadeiras tropas de eleitores para as seções eleitorais, que deveriam votar de acordo com o cabresto. E ai de quem não votasse de acordo com cabresto.
  A república se tornou velha em 1930, com a subida de Getúlio Vargas ao poder. A “Revolução de 1930” também teve fortes impactos no sistema eleitoral. Em 1932, Vargas promulga o primeiro Código Eleitoral do Brasil, que dentre outras inovações, criou a Justiça Eleitoral. Se até então, eram os próprios políticos que verificavam as candidaturas uns dos outros, a partir de agora juristas especializados no processo eleitoral julgariam os imbróglios.
  A revolução não para por aí. De olho na popularidade, Vargas instituiu no código o voto secreto e obrigatório, além do sufrágio feminino. O país seria o segundo na América Latina a permitir a ida de mulheres às urnas, atrás apenas do Equador. No entanto, o dever cívico seria facultativo para aquelas que fossem dependentes do marido. Ainda não se sabe, ao certo, quais argumentos fundamentaram essa decisão à época. O professor de História Contemporânea da UFMG, Rodrigo Pato Sá Motta, acredita que os legisladores poderiam nutrir o preconceito de que as donas de casa estariam subjugadas ao chefe da família, este sim com capacidade de refletir sobre o voto.
— A ideia é que a mulher que trabalha é uma pessoa independente, que pode formular juízo próprio, o que seria diferente para dona de casa. Isso revela que havia uma “semiparticipação” das mulheres – afirmou o professor.
Tudo o que é bom, infelizmente, dura pouco. Com o golpe que criou a ditadura varguista Estado Novo, toda a inovação em matéria eleitoral ficou suspensa até 1945. Esse foi o maior período da História do Brasil em que não houve eleições. Somente com a Constituição de 1946 é que os brasileiros puderam vivenciar de fato a legislação criada anos antes.
  Mas o ciclo foi novamente interrompido com a chegada dos militares ao poder em 1964. Em menos de uma semana do novo regime, o Ato Institucional nº 1 trazia de volta as eleições indiretas. Mais de duzentos políticos opositores foram cassados. Já o AI-2 e outro ato complementar anulavam as eleições previstas para 1965, extinguiam os partidos políticos e criavam o sistema bipartidário entre Arena e MDB “na marra”.
CONGRESSO FECHADO TRÊS VEZES
  Em 20 anos de ditadura, o Congresso Nacional foi fechado três vezes. A cada pleito com resultado desfavorável para os militares, como em 1974 e 1978, era alterada a legislação eleitoral. São desse período a figura do “senador biônico”, eleito indiretamente pelas assembleias estaduais, e a bizarra “Lei Falcão”, que limitou o horário eleitoral.
— Havia muitas restrições à participação do processo eleitoral. Não se pode aceitar o argumento de que não era uma ditadura. É maltratar a realidade histórica.
  O pluripartidarismo voltou em 1978 exatamente para diluir o MDB, que ganhava força a cada pleito por conta da insatisfação da população. Surgiram nesse momento partidos que até hoje comandam a política nacional, como o PT e PMDB. A consciência popular tomou proporção visível nos protestos de Diretas Já, que embora não tenham sido bem-sucedidos em reinstaurar as eleições para a Presidência, forçaram o regime a acelerar a abertura “lenta, gradual e restrita”. Em 1985, o Congresso Nacional finalmente elege um civil presidente. No mesmo ano, mais de cem anos depois de terem sido afastados das urnas, analfabetos enfim reconquistam o direito ao voto por emenda constitucional.
  A representatividade do regime democrático foi consagrada pela Constituição de 1988, que previu as eleições diretas para 1989, além do voto facultativo para jovens entre 16 e 17 anos e idosos. E não só o sufrágio foi ampliado. Em 1996, o Brasil foi um dos primeiros países no mundo a utilizar a urna eletrônica, com apurações quase instantâneas.
  Olhando o “longo caminho da cidadania”, Jairo Nicolau confirma que a história do voto no Brasil tem um final feliz, pelo menos até o momento.
— É uma história que acaba bem. Mal comparando, temos um campeonato bem organizado, com boa estrutura, estádios ótimos. Mas se observarmos a qualidade dos times e o interesse da torcida em ver os jogos, isso é outra história.
  (Fonte: Jornal "O Globo", de 04/10/2014).
   Comentário de MARIANA:
  É amiguinhos do CFV, apesar de acharmos que temos muito a evoluir nos aspetos da ética e da cidadania, ao olharmos para trás, temos que dar o braço a torcer e reconhecer que melhoramos muito nas últimas décadas. Esta reportagem comprova muito bem isso. Imagina só, num país de mistura de raças, negros e escravos não podiam votar. E quem é inteiramente branco nesse país??? E nós mulheres, também não participávamos??? Que ato machista! Felizmente muita coisa já mudou. Caminhamos bastante no campo da democracia e da cidadania. Mas certamente ainda temos que melhorar ainda mais. E você coleguinha da Turma 701 do CFV, acha que seria uma evolução ética e cidadã, se o voto não fosse obrigatório???

CIÊNCIAS

Homem com paralisia volta a andar em tratamento revolucionário

Técnica envolveu células ligadas ao olfato, que permitiram o crescimento e a reconexão de fibras nervosas


Em programa da BBC, Darek Fidyka volta a andar com ajuda de suporte e duas barras laterais.

RIO - O que era impossível até alguns anos atrás parece agora se tornar uma realidade quase milagrosa. Um homem paralisado desde 2010 conseguiu dar seus primeiros passos neste mês após uma terapia pioneira de recuperação da medula espinhal que utilizou células ligadas ao olfato.
  O tratamento foi realizado por cirurgiões na Polônia, em colaboração com cientistas em Londres, e os detalhes foram publicados na revista "Cell Transplantation". Darek Fidyka, um búlgaro que ficou paralisado do peito para baixo em um ataque com faca há quatro anos, pode agora andar com auxílio de um suporte.
  O tratamento utilizou células da cavidade nasal do paciente e responsáveis pelo sentido do olfato. Elas agem como um caminho celular que permitem que as fibras nervosas localizadas no sistema olfativo sejam continuamente renovadas.
  Na primeira de duas operações, os cirurgiões removeram um dos bulbos olfativos do paciente e acrescentaram as células, que cresceram em cultura. Duas semanas mais tarde eles transplantaram as células para a medula espinhal, que tinha sido rompida pelos ataques de faca. Eles trabalharam apenas com uma gota do material para trabalhar, cerca de 500 mil células. Mais de 100 micro-injeções foram feitas acima e abaixo da lesão.
  Quatro tiras finas de tecido de nervo foram tomadas a partir do tornozelo do paciente e colocada através de uma lacuna de oito milímetros no lado esquerdo do cordão.
  Dessa forma, os cientistas acreditam que as células do olfato forneceram um caminho para permitir que as fibras acima e abaixo da lesão pudessem se reconectar, usando os enxertos de nervos para preencher a lacuna no cordão.

  Fidyka anda com ajuda de suporte do lado de fora do centro de reabilitação.   

  Fidyka notou pela primeira vez que o tratamento tinha sido bem sucedido após cerca de três meses, quando começou a sentir o músculo da coxa esquerda. Seis meses após a cirurgia, Fidyka foi capaz de dar os primeiros passos ao longo de barras paralelas, usando muletas e com o apoio de um fisioterapeuta.
  Dois anos após o tratamento, ele agora pode andar pelo lado de fora do centro da reabilitação utilizando um suporte. Fidyka também recuperou alguns bexiga e intestino sensação e função sexual.
- Quando começa a retornar, você sente que sua vida começou de novo, como se fosse um renascer. É um sentimento incrível, difícil de descrever - declarou Fidyka ao programa Panorama da BBC, que teve acesso exclusivo ao paciente e aos médicos.
  (Fonte: Jornal "O Globo", de 21/10/2014).
  Comentário de MARIANA:
  Que notícia maravilhosa de ler e poder publicar no meu Blog, pois penso nas milhares de pessoas no Brasil e no mundo que sofrem com situação parecida. Me vem logo a cabeça o drama do músico Herbert Vianna, do grupo "Os Paralamas do Sucesso", pois ouço muito aqui em casa e, principalmente, no carro com meus pais. A ciência está de parabéns, em especial, estes iluminados cirurgiões poloneses e médicos ingleses, por reacendem a chama da fé  e da esperança nos corações de tantas pessoas que sofrem com esta situação. Que Deus esta pesquisa e que ela avance rapidamente mudando a vida de muita gente...

POLÍTICA



Datafolha: Dilma tem 46% e Aécio, 43%

Pela primeira vez no segundo turno, a presidente aparece numericamente à frente do tucano




SÃO PAULO - Pesquisa Datafolha divulgada na noite desta segunda-feira mostrou, pela primeira vez, a presidente Dilma Rousseff (PT) numericamente à frente de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno. Ambos continuam empatados tecnicamente. Dilma registrou 46% das intenções de voto e o tucano, 43%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 
  Nos votos válidos, Dilma tem 52% e Aécio, 48%. Votos em branco e nulos somam 5%. Os indecisos são 6%.
  Em comparação ao levantamento apresentado na semana passada, Aécio oscilou 2 pontos para baixo, passando de 45% para 43%. Dilma oscilou 3 para cima, de 43% para 46%.
Na semana passada, os eleitores que declararam voto em branco ou nulo eram 6%. Os que não tinham candidato também eram 6%. Considerando somente os votos válidos, Aécio tinha 51%, e Dilma, 49%.
  A pesquisa também mediu a popularidade da gestão Dilma. Os eleitores que consideram o governo ótimo ou bom oscilou dois pontos para cima em relação à semana passada _ de 40% para 42%. Os que classificam como regular passou de 38% para 37%. Já aqueles que avaliam como ruim ou péssima a gestão atual são 20%, ante 21% do levantamento anterior.
  O Datafolha entrevistou 4.400 pessoas nesta segunda-feira nos 26 estado e o Distrito Federal. A pesquisa, contratada pela Empresa Folha da Manhã S.A. e TV Globo, está registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-01140/2014.

(Fonte: Jornal "O Globo", de 21/10/2014).

  Comentário de MARIANA:
  E agora Brasil??? Quem será a melhor opção para governar o nosso país durante os próximos quatro anos??? Confesso que tenho muitas dúvidas a respeito de qual dos dois candidatos está mais bem preparado e principalmente mais bem intencionado e preocupado em melhorar as condições de vida do sofrido e carente povo brasileiro. Já perguntei a meu pai, já perguntei para minha mãe, mas eles disseram estar em dúvida também, pois eles votaram na Marina no primeiro turno e agora estão entre os milhões de brasileiros indecisos que ainda não decidiram seu voto. O meu desejo e as minhas orações, é que independente do vencedor, independente do partido político, ele esteja realmente interessado em governar para o povo, tendo sempre boas intenções. Se assim for, tenho certeza que o resto Deus o ajudará. Amém!!!


EDUCAÇÃO

Em vídeo, Sartori recomenda que professores busquem piso em loja de material de construção

Declaração gerou nota de repúdio de profissionais e tornou-se viral na internet


PORTO ALEGRE – Uma declaração em tom jocoso do candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, transmitida ao vivo em entrevista ao portal Terra na segunda-feira, provocou troca de acusações e um pedido formal de desculpas do peemedebista aos professores estaduais. Em um trecho da entrevista, Sartori ironiza a reivindicação do magistério pelo pagamento do piso nacional da categoria, promessa de campanha não cumprida pelo governador Tarso Genro (PT), e recomenda aos professores que procurem uma conhecida loja de material de construção de Porto Alegre para obter “um piso”.
Eu fui lá no Cpers (Sindicato dos Professores do Estado) e não assinei o documento exigindo um compromisso de pagar ou resgatar o salário, vamos dizer...como é que diz mesmo? O piso! O piso eu vou lá no Tumelero (loja de material de construção) e eles te dão um piso melhor, né? (risos). Ali tem piso bom, né? – disse Sartori na conversa com os jornalistas.
  A entrevista foi transmitida ao vivo pelo portal entre 12h30 e 14h e o trecho sobre o piso dos professores logo se transformou num viral na internet. Sartori começa a falar no assunto quando faz uma critica ao governador Tarso Genro, candidato à reeleição, sobre promessas não cumpridas de campanha, entre elas o pagamento do benefício. Segundo o candidato, o passivo com o não pagamento do piso chegará a R$ 10 bilhões no final do ano.
  Na sabatina, Sartori também comenta os prognósticos das pesquisas eleitorais, diz que não há meios de conservar ou construir estradas sem concessões a empresas privadas e defende a valorização das economias tradicionais do Estado, especialmente a agricultura.
  Em reunião com o Cpers no dia 11 de setembro, Sartori se recusou a assinar um documento comprometendo-se a pagar o piso e admitiu que pode propor alterações no plano de carreira da categoria como forma de viabilizar o benefício. O documento do Cpers tem 11 pontos em defesa da valorização da categoria, entre os quais o pagamento do piso e a manutenção do plano de carreira.
  Tarso, que seu reuniu com o sindicato no dia 25 de setembro, também não assinou o documento, mas apresentou uma carta de compromissos alternativa para a hipótese de vencer a eleição. Ana Amélia (PP) e Vieira da Cunha (PDT), candidatos derrotados no primeiro turno, haviam se comprometido com o documento do Cpers.
  A reação dos professores à declaração de Sartori foi imediata: em nota classificada como de “repúdio”, o Cpers manifestou “estranheza e preocupação com o modo pelo qual o candidato tratou o tema do piso salarial dos educadores” e sustentou que a categoria seguirá mobilizada pelo cumprimento da lei, seja qual for o próximo governador.
  “Acreditamos que esse tema não deve ser objeto de chacota ou brincadeiras por conta de quem tem responsabilidade de propor alternativas para qualificar a educação e valorizar o trabalho dos professores e dos trabalhadores em educação”, afirma a nota. Em outro trecho, os professores dizem que não admitem ser tratados “com falta de educação e respeito”.
  A coordenação de campanha de Sartori justificou que o trecho de 26 segundos em que há referência ao piso do magistério foi tirado de contexto. Em nota distribuída na noite de segunda-feira, a coligação afirma que o candidato também é professor.
  "Sartori pede desculpas por qualquer mal-estar causado, reforçando o respeito que tem pelos professores e lembrando que quem não respeita o magistério é o candidato tarso, do PT, que assinou a lei e não cumpre ao não pagar o piso dos professores”, afirma a nota.
  O episódio também foi tratado na propaganda de rádio de Sartori nesta manhã, em que um locutor acusa a “tropa de choque do PT” de tentar “manchar a reputação” do candidato. “Vídeos fora de contexto, programas de humor editados, mentiras e boatos, a baixaria de sempre”, afirma o texto de abertura da propaganda. Sartori, no seu depoimento ao programa de rádio, também acusa o PT de “copiar” suas propostas.
  O PT evitou comentar as acusações do candidato e disse, por meio do coordenador de campanha de Tarso, Carlos Pestana, que a declaração de Sartori sobre o piso do magistério “foi infeliz”. Segundo Pestana, quem tem de dar explicações sobre o episódio é o candidato do PMDB.

(Fonte: Jornal "O Globo", de 21/10/2014).

    Comentário de MARIANA:
  Fico muito triste quando leio uma notícia como esta, onde os nossos políticos, candidatos a governadores, tratam a educação e nossos queridos professores como piada , e de muito mau gosto por sinal. É por opiniões como esta que muitos brasileiros, que são obrigados a comparecer para votar, preferem votar em branco ou nulo, por não acreditarem em mais ninguém. Ainda bem que este candidato não é do nosso estado, e sim do Rio Grande do Sul. Espero que o governador eleito no Rio de Janeiro não pense o mesmo dos nossos queridos professores, e tratem a educação com mais seriedade. Vamos votar certo alunos e professores do CFV / CEL!!!



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

TE CONTEI???

 
 Te Contei que Sou Rubro-Negra de Coração???
 
  Amiguinhos da Turma 701 do CFV, a minha paixão por dança e por balé vocês já conheciam, afinal de contas já foi tema do meu Blog algumas vezes. Mas, a minha paixão pelo Clube de Regatas FLAMENGO, essa eu estou dividindo com todos vocês nesta postagem.
 
 
 

   Esta fotografia foi tirada no último jogo que eu fui pelo Campeonato Brasileiro de 2014, entre o meu MENGÃO e o "timinho" do Fluminense. O resultado não foi o mais justo (1x1), pois o juiz prejudicou um pouco o FLAMENGO, mas na arquibancada foi um grande "goleada". Para cada torcedor do "timinho", tinham nove do MENGÃO, aliás como sempre . Deu até pena da torcida deles. Meu pai calculou e disse que todos os tricolores presentes no Maracanã cabiam numa Kombi (rss!!!).
 
 


   Mas lá em casa FLAMENGO não é só o meu time do coração. É dá família toda. É quase uma devoção. Olha a minha mãe Claudia e o meu irmão Bruno torcendo aí nesta foto. Meu pai Renato só não está aparecendo também por que foi ele quem tirou a foto (rss!!!).
  Quando não vamos aos jogos no Maracanã, assistimos pela televisão. Ah, isso é um grande problema lá em casa, pois tem jogos no domingo que coincidem com alguma programação (festa ou almoço na casa de algum amigo ou  parente, evento de confraternização, etc...),  e meu irmão Bruninho "arma" a maior confusão para não sair de casa na hora do jogo, é uma verdadeira novela mexicana (rss!!!). 
 


  Olha esta fotografia, até os Anjos torcem pro MENGÃO (rss!!!). Afinal de contas uma torcida tão grande como a do FLAMENGO, com tantos títulos e troféus conquistados, só pode ser abençoada por DEUS (rss!!!).
  E olha que nós seguimos o Fla em outros esportes também. Este ano já fomos todos, família completa (incluindo meus "dindos"  Regi e Lú   e meus primos João e Maria), assistir aos jogos de Basquete no campeonato brasileiro (NBB - Novo Basquete Brasileiro), inclusive na final no HSBC Arena, onde o MENGÃO sagrou-se campeão ao derrotar o  time do Paulistano por 79 a 73, foi festa geral nas arquibancadas (rss!!!).

                                   

   Falando em arquibancada, esta fotografia é do Novo Maracanã, cenário e palco perfeito para as apresentações do MENGÃO e das  comemorações das nossas vitórias e dos nossos títulos (rss!!!). Tenho certeza que você, meu amiguinho do CFV / CEL, que está lendo esta postagem agora, já está pensando em ir assistir com sua família o próximo jogo do FLAMENGO  no "maraca",  não é verdade??? Pode contar também, pois Eu já te contei!!!

MUNDO

Jovem fotógrafa ganha fama ao deixar partes do corpo invisíveis com espelho

Em uma das fotos, Laura aparece segurando um espelho de forma que seu tronco desaparece completamente

O Dia
Inglaterra - A jovem fotógrafa britânica Laura Williams, de 19 anos, vem ganhando espaço nas redes sociais ao divulgar trabalhos extremamente criativos, entre eles uma série de imagens nas quais partes de seu corpo são substituídas por espelhos, ficando totalmente invisíveis.
Em uma das fotos, a moradora de Cambridgeshire, na Inglaterra, segura um espelho de forma que seu tronco desaparece completamente. A página da artista no Facebook já tem quase 30 mil curtidas e suas imagens acabaram divulgadas em outras redes sociais.
 

Técnica com espelho é usada pela jovem fotógrafa britânica Laura Williams



Britânica Laura Williams conquista internautas através das imagens diferenciadas que faz
 
(Fonte: Jornal "O Dia", de 07/10/2014).
 
  Comentário de MARIANA:
  Esta jovem inglesa surpreendeu. Demorei até para entender como ela tinha feito esta fotografia. Eu estava até pensando que era efeito de computador. Depois que entendi, peguei todo mundo aqui de casa com esta ilusão de ótica, que aliás aprendemos muito bem ano passado em Ciências, quando ainda estávamos no 6º ano. Foi inclusive tema do meu grupo na Feira Cultural no CFV. Adorei ter feito aquele trabalho, aprendi muito, aliás a feira enriquece demais o nosso aprendizado, pois podemos visualizar melhor aquilo que demos em sala de aula.   É uma oportunidade inesquecível. Meu pai Renato diz que até hoje ele lembra das Feiras que ele teve no antigo ginásio, hoje ensino médio, especialmente uma que ele fez na 5ª série (atualmente 6º ano) quando seu grupo fez uma maquete de uma usina hidrelétrica. Ainda bem que já está chegando a nossa Feira Cultural, pois já estou apreensiva. Até lá amiguinhos da Turma 701, pois tenho certeza que vamos aprender e nos divertirmos bastante este ano novamente!!!

SAÚDE e BEM-ESTAR

Novo exame confirma que espanhola está curada do ebola

Teresa Romero foi o primeiro caso de infecção da doença fora da África.
Auxiliar de enfermagem fez quatro exames, que deram negativo para o vírus.



                                 

                                 EBOLA
                                Vírus mortal tem sua maior epidemia

  A auxiliar de enfermagem espanhola Teresa Romero, primeiro caso de infecção por ebola fora da África, já não tem mais a doença, informaram nesta terça-feira (21) os médicos responsáveis por seu tratamento no hospital Carlos III, de Madri.
  Romero deu resultado negativo no último exame para o vírus, depois de ter sido submetida a outros três, o que mostra que "foram cumpridos os critérios de cura do vírus ebola estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde", disse o chefe da unidade de doenças infecciosas do hospital, José Ramón Arribas.
  Teresa contraiu ebola depois de cuidar de dois sacerdotes infectados, que foram repatriados da África Ocidental e, mais tarde, morreram. Várias pessoas que entraram em contato com a funcionária após a infecção foram monitoradas, incluindo seu marido. O cão de Teresa, chamado de Excalibur, foi sacrificado.
  Mais de 4.500 mortes já registradas
  O número de mortos pela epidemia chegou a 4.555. No total, foram registrados 9.216 casos da doença em sete países.
  Os mais  afetados são Guiné, Libéria e Serra Leoa, na África Ocidental. Nigéria, Senegal, Espanha e Estados Unidos também tiveram notificações, com 20 casos, incluindo 8 mortes na Nigéria.
Entre os mortos, estão 239 profissionais de saúde, informou a OMS. Os números divulgados nesta sexta são referentes a casos contabilizados até a terça-feira (14).
(Fonte: Portal de Notícias "G1", de 21/10/2014).
   Comentário de MARIANA:
  Que muito em breve, novas  reportagens possam divulgar que mais e mais pessoas estão curadas deste vírus ebola. Quando parece que já existem vírus demais neste mundo aparece mais este. Infelizmente, de novo, o início da epidemia se inicia na África, mas como diz esta reportagem já existe o primeiro caso fora do continente africano, na Espanha. Basta um caso, para deixar o mundo todo em estado de pânico. E não é para menos. As autoridades estão em estado de alerta. Lembram do suspeito de entrar no Brasil com o vírus do ebola como foi??? Espero que a ciência consiga logo avançar na cura em definitiva para esta doença e livrar o nosso coração de mais esta aflição.