sexta-feira, 21 de março de 2014

TE CONTEI???

      ESCOLA de DANÇA do TEATRO MUNICIPAL
(Maria Olenewa)

     Amiguinhos da Turma 702 e queridos professores do CFV, que sempre torceram por mim, da mesma forma que eu torço por todos vocês, tenho o prazer de dizer que eu sou agora uma bailarina da Escola de Dança Maria Olenewa, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Estou realizando um grande sonho que sempre tive, que era participar do Corpo de Bailarinas da melhor escola de dança do Rio de Janeiro, e uma das mais importantes do Brasil. 


                                         


     Para entrar na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, da Fundação do Teatro Municipal, é necessário você fazer uma prova prática de balé, na qual se é avaliada por uma banca examinadora, composta pelas professoras do teatro, as quais verificam os conhecimentos técnicos e físicos das candidatas. Elas analisaram até a formação óssea dos meus pés e a estrutura muscular das minhas pernas. Que dureza!!! 
     Nem tudo foram flores nesta longa caminhada, pois somente consegui passar na avaliação este ano (2014), não tendo em 2013 sido aprovada, quando também me candidatei. Mas como brasileira que sou, eu não desisto nunca, e lá fui eu de novo este ano, tendo desta vez, com as bençãos de Deus e a boa orientação das minhas professoras de balé conseguido ser a única entre as dez candidatas para a Turma do Primeiro Básico.



     Comecei a fazer balé com 4 anos, no Iate Clube Jardim Guanabara, tendo como primeira professora a Tia Vivian ("Isto é aula de balé e não baguncé" -dizia ela), e em seguida a Tia Ane Cavaliere, a qual foi responsável por me dar os primeiros fundamentos técnicos do balé e principal incentivadora para eu me candidatar ao Teatro Municipal. Meu melhor momento nesta Escola de Dança, foi quando representei Doroty Kale, na peça "O Mágico de Oz".
    Em 2013 fiz aulas no Grupo Cultural de Dança da Ilha, na Praia da Bica, onde tive como professoras as tias: Bárbara, Lara e Ana Carolina. 
     A todas elas o meu reconhecimento e gratidão pelos ensinamentos, paciência  e incentivos dados, ao longo de todos estes anos. Muito, muito obrigado minhas inesquecíveis professoras de balé!!!



     O ritmo das aulas na Escola de Dança Maria Olenewa é muito puxado, as aulas são muito cansativas e a gente sai da aula suando. A gente não pode nem beber água e a professora não dá nenhuma pausa, durante 1 hora e 15 minutos de intensa atividade, de segunda a sexta. Se a aluna  chegar um minuto após o início da aula (início às 15 horas) não entra, por isso saio do CFV diretamente pra casa, troco de roupa e almoço uma quentinha, feita com carinho por minha mãe, dentro do  ônibus que pego com ela para o Centro, para não chegar atrasada, porquê o trânsito do Rio de Janeiro  está uma  #%!&#*%!!!.



     Amiguinhos da Turma 702 e queridos Professores, obrigado pela torcida e apoio prestados, e espero em breve voltar a este tema contando pra vocês alguma coisa sobre as apresentações de balé que espero poder fazer na Companhia de Dança do Tearo Municipal do Rio de Janeiro. Até breve!!!

quarta-feira, 19 de março de 2014

ÉTICA e CIDADANIA

Mulher que teve corpo arrastado em Madureira cuidava de 8 crianças

Auxiliar de serviços gerais, Cláudia da Silva Ferreira, de 38 anos, ainda assentava tijolos

‘Trataram minha mulher que nem bicho’, disse marido de Cláudia
Foto: Luiz Ackermann / Agência O Globo
Trataram minha mulher que nem bicho’, disse marido de Cláudia Luiz Ackermann / Agência O Globo


RIO — Uma guerreira. Assim Alexandre Fernandes da Silva, de 41 anos, definia sua mulher, Cláudia da Silva Ferreira, de 38, morta durante uma operação policial domingo de manhã no Morro da Congonha, em Madureira, ao sair com R$ 6 para comprar pão. Em setembro eles fariam 20 anos de casados. O casal tinha quatro filhos, sendo que os gêmeos, Pablo e Pâmela, completam 10 anos no próximo domingo. Cláudia, que ainda cuidava de quatro sobrinhos, estava planejando a festa de aniversário das crianças. Uma alegria familiar interrompida pelas terríveis circunstâncias que cercaram a morte de Cláudia: ela foi colocada no porta-malas do carro da polícia. Este se abriu e o corpo dela foi arrastado pelo asfalto, ficando com a perna em carne viva.
— Trataram minha mulher que nem bicho. Nem o pior traficante do mundo merece esse tratamento que ela teve — afirmou Alexandre, que trabalha como vigia, em lágrimas.
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Ele contou ainda que Cláudia, que trabalhava como auxiliar de serviços gerais Hospital Marcílio Dias, aprendeu até a assentar tijolos para ajudá-lo em uma obra na casa. Cacau, como era chamada por amigos e parentes, também era uma pessoa alegre: fazia questão de se fantasiar para brincar com os vizinhos da comunidade no carnaval. E nem a rotina pesada — ela tinha de levantar às 4h30m para ir ao trabalho — impediu que ela passasse a cuidar de seus quatro sobrinhos depois que sua irmã se separou. Todas as oito crianças estavam na escola.
— Ela era pau para toda obra. Agora terei que cuidar dos nossos filhos sozinhos. Vou me apegar a eles. Vamos nos ajudar, e vou criar nossos quatro filhos e os sobrinhos dela — disse Alexandre.
No velório, as crianças choravam. Weverton, de 16 anos, lembrou como sua mãe temia que eles fossem atingidos durante os confrontos na comunidade, ou confundidos com traficantes. O adolescente não queria ver o corpo da mãe, mas foi encorajado a fazê-lo por Alexandre. Já Pâmela sofria com a lembrança da última imagem que teve da mãe: sendo colocada no porta-malas da veículo.
— Estava dormindo e acordei com os tiros. Não tinha ninguém em casa, saí correndo e quando cheguei lá fora ela estava caída no chão — contou a menina, aos prantos.
— Vou sentir falta dela. Ela gostava de viver a vida. Era uma pessoa muito animada — disse a irmã de Cláudia, Juçara da Silva Ferreira, de 39 anos.
Os colegas de trabalho também foram se despedir de Cláudia. Eles contavam sobre como ela era alegre e divertida. Um deles, Rodnei Conceição de Oliveira, não escondia sua revolta:
— Ela foi morta pela polícia que deveria nos proteger.

(Fonte: Jornal "O Globo", de 17 de março de 2014).

  Comentário de MARIANA:
  Esta é uma daquelas notícias que eu gostaria de que nunca existisse, mas infelizmente tenho que comentar aqui no meu Blog. As cenas mostradas na TV são chocantes e impressionam até os mais insensíveis. Fico pensando nos filhos órfãos de uma mãe com um  coração tão grande como esta, que mesmo sem muitos recursos, já tendo 4 filhos biológicos, ainda teve espaço no seu peito para criar outros 4 sobrinhos. Que Deus possa dar bons caminhos a eles aqui na Terra e a ela lá no Céu. Que assim seja! Amém!!!

POLÍTICA

Ucrânia prepara retirada completa de tropas da Crimeia

Tropas russas e milícias pró-Moscou já forçam a saída de militares das bases. Moral dos soldados ucranianos é baixo diante da impossibilidade de reação

Funcionário da Marinha ucraniana deixa base naval após ofensiva de grupo armado pró-Rússia
Funcionário da Marinha ucraniana deixa base naval após ofensiva de grupo armado pró-Rússia (Vasily Fedosenko/Reuters)
Tropas russas e grupos de autodefesa da Crimeia têm forçado oficiais ucranianos a deixarem as bases na região. Nesta quarta, o governo interino da Ucrânia em Kiev afirmou estar planejando a retirada de todos os soldados e de suas famílias da península. A decisão foi anunciada um dia depois de Vladimir Putin assinar um documento anexando a Crimeia – movimentação que se seguiu à escalada de tensão na região, com a morte de um militar ucraniano em uma base em Simferopol.
O chefe de segurança e defesa da Ucrânia, Andriy Parubiy, afirmou que o plano prevê uma transferência “rápida e eficiente” dos oficiais e de seus familiares para áreas controladas por Kiev. Ele disse também que a Ucrânia vai buscar apoio da ONU para transformar a Crimeia em uma zona desmilitarizada – iniciativa que tem grandes chances de ser barrada pela Rússia, que não demonstra disposição em retirar suas tropas da região.
Não há prazo para a retirada das tropas. O político Vitali Klitschko, que faz parte do grupo que assumiu o poder em Kiev depois da deposição do presidente Viktor Yanukovich, disse que a Ucrânia não reconheceria o comando russo na Crimeia. Ao mesmo tempo, ele defendeu uma passagem segura para as tropas ucranianas na região, que seriam deslocadas para “bases temporárias” em outras partes do país.
 
Após incorporação da Crimeia à Rússia, letreiro do Parlamento local é trocado por 'Conselho do Estado da República da Crimeia' em Simferopol
Após incorporação da Crimeia à Rússia, letreiro do Parlamento local é trocado por 'Conselho do Estado da República da Crimeia' em Simferopol
Ontem, uma milícia pró-Moscou assumiu o controle da sede naval ucraniana em Sebastopol. “Nós libertamos os prisioneiros desta base. Isso é território russo. Moscou já aceitou a Crimeia”, disse Vladimir Melnik, chefe da unidade de autodefesa, pouco depois de uma bandeira russa ser hasteada na base. “Somos pessoas pacíficas, mas somos militares e se recebemos ordens para atacar, vamos segui-las”, acrescentou, em entrevista ao jornal britânico The Guardian, afirmando que as unidades estão sob comando da administração local.

O jornal destaca que o moral das tropas é baixo e os soldados estão inseguros sobre seu futuro. “Não temos uma palavra de Kiev sobre o que fazer a seguir”, disse Sergei, que serviu o Exército ucraniano durante 21 anos e estava na base invadida. “É claro que não houve resistência. O que poderíamos fazer, em menor número e sem armas?”. Ele rebateu a afirmação da milícia de que eram ‘prisioneiros’ dentro da base. “Isso é mentira. Nós continuamos lá por nossa livre e espontânea vontade”. Somente depois da morte do soldado o Ministério da Defesa liberou as tropas a usar armas “para proteger suas vidas”. Até então, as forças mobilizadas na península do Mar Negro tinham sido orientadas a evitar o uso de armas.
O governo interino queria enviar dois ministros para a Crimeia nesta quarta para discutir a situação, mas foi informado por autoridades locais que eles não teriam permissão para entrar no território. As autoridades em Kiev planejam passar a exigir vistos para russos e preparar os militares ucranianos para participar de exercícios militares em conjunto com EUA e Grã-Bretanha.

(Fonte: Revista "Veja", de 19 de março de 2014).

Comentário de MARIANA:
  Ainda não entendi exatamente o que aconteceu neste lugar chamado Crimeia. Mas fiquei muito feliz em saber que a solução foi dada através de uma votação, sem a necessidade de tiros e bombas, sem declaração de guerra e outras atitudes deste tipo. O respeito ao resultado do referendo popular demonstraram ao mundo que a paz é sempre a melhor escolha. Que assim seja, que assim caminhe a humanidade...  Amém!!!

CULTURA

Nona Sinfonia de Beethoven abre temporada do Teatro Municipal

Programação do primeiro semestre terá obras populares como a ópera ‘Carmen’ e o balé ‘La Bayadère’
 

“Novos ventos”, coreografia de Roseli Rodrigues que estreia neste fim de semana no teatro
Foto: Divulgação/Vania Laranjeira
“Novos ventos”, coreografia de Roseli Rodrigues que estreia neste fim de semana no teatro Divulgação/Vania Laranjeira
Rio - Um dos pontos culminantes da música orquestral, a Sinfonia nº 9 em Ré Menor, de Beethoven, abre nesta sexta-feira, às 20h, a temporada 2014 do Teatro Municipal do Rio, dando o tom de uma programação que concilia obras populares, de grande apelo junto ao público, e outras não muito conhecidas, mas que atendem ao desejo da casa de promover e difundir a produção nacional.
No primeiro caso está a ópera “Carmen”, de Bizet (em abril) e o balé “La Bayadère”, com coreografia de Louis Ortizoga a partir da original de Marius Petipa (maio e junho). Há ainda a ópera “Salomé”, de Richard Strauss (julho e agosto), marcando os 150 anos de nascimento do compositor, com direção cênica do argentino Marcelo Lombardero, o mesmo que assinou “Billy Budd”, de Benjamin Britten, encenada pela primeira vez no Brasil no ano passado. No segundo, o programa duplo que inclui os balés “Novos ventos”, da brasileira Roseli Rodrigues, e “Nuestros valses”, do venezuelano Vicente Nebrada, com estreia neste domingo, às 17h, e dez apresentações até o dia 30; o “Concerto brasileiro”, em junho, com composições de Francisco Mignone, Claudio Santoro e Villa-Lobos, entre outros; e o concerto “Chico Rei, um clássico brasileiro”, em julho. Divulgada esta semana, a lista chama atenção por não ter montagens de obras inéditas e por cobrir apenas o primeiro semestre do ano.
— Parte do nosso orçamento é contingenciado — explica Carla Camurati, presidente da Fundação Theatro Municipal. — Manda a segurança, num ano de eleição e com orçamento contingenciado, que a gente só anuncie o restante da programação mais tarde, provavelmente no fim de abril ou no começo de maio.
Sobre a escolha da programação, o maestro Isaac Karabtchevsky, diretor artístico da casa, diz que uma de suas prioridades “é fazer com que a casa seja um centro de irradiação cultural”.
— Por isso elegi não só grandes obras, como a Nona Sinfonia, mas também aquelas que favoreçam a apresentação dos corpos, como o balé da casa — afirma.
Fim de gestão
A Nona, hoje, será regida pelo próprio Karabtchevsky e terá participação dos solistas convidados Ekaterina Bakanova, Edineia de Oliveira, Fernando Portari e Daniel Germano. Sua escolha para o concerto de abertura é defendida com paixão pelo maestro:
— A obra é tão cheia de intenções e tão repleta de significados que poderia caber em qualquer teatro do mundo, em qualquer ocasião. O seu propósito, de acordo com o texto de Schiller (Friedrich Schiller, poeta e filósofo alemão, 1759-1805), é falar de congraçamento, de amor ao próximo, os ideais que todos buscamos. Não há obra mais eloquente para abrir a temporada do nosso teatro.
Karabtchevsky cita como mais um atrativo o fato de a orquestra, com 83 músicos, e o coro de 110 vozes terem ganhado novos integrantes recentemente, depois do concurso realizado no fim do ano passado:
— Desta vez vamos contar com coral e orquestra renovados, pois novos membros estão sendo gradualmente agregados. É uma ótima contribuição, e será um bom teste para todos nós enfrentar uma obra de tal grandeza.
Em relação à reapresentação de peças consagradas, o maestro vê o lado bom: é uma chance, afirma, para as novas gerações conhecerem obras importantes, como “Carmen”, montada pela última vez há dez anos.
— Estamos apresentando essas obras pela primeira vez a um público que ainda não as viu. O teatro está numa fase de fim de gestão (por conta das eleições estaduais em outubro), mas é como se fosse o início. A programação não sinaliza absolutamente o fim, pela ambição e pela preocupação com a qualidade.
 
(Fonte: Jornal "O Globo", de 14 de março de 2014).
 
  Comentário de MARIANA:
  No país do futebol, falar de outros esportes ou outras atividades culturais, as vezes  é uma boa oportunidade de diversificarmos e ampliarmos nosso leque de opções. Como todos já sabem sou uma amante da dança, e por isso não posso deixar de divulgar no meu Blog o início da temporada cultural do nosso imponente e majestoso Teatro Municipal. Logicamente, como de costume, teremos muitas apresentações de dança e principalmente de balé. Mas teremos também opções musicais e principalmente temporadas populares, lembrando sempre que estudantes tem direito a meia-entrada. E aí companheiros da Turma 701, vamos solicitar aos nossos professores um passeio cultural ao Teatro Municipal???
 

segunda-feira, 17 de março de 2014

MUNDO

Último contato de voo da Malaysian Airlines foi feito por copiloto

Não se sabe se parte da comunicação com avião foi desativada antes ou depois de ligação com a torre

Casa do co-piloto Fariq Abdul Hamid foi revistada pela polícia malaia
Foto: MANAN VATSYAYANA / AFP
Casa do co-piloto Fariq Abdul Hamid foi revistada pela polícia malaia MANAN VATSYAYANA / AFP


KUALA LUMPUR — O copiloto do voo MH370 da Malaysian Airlines, Fariq Abdul Hamid, foi o responsável por emitir a última comunicação com a torre de controle de tráfego aéreo, de acordo com novas revelações feitas pela companhia aérea nesta segunda-feira. Não se sabe, no entanto, se parte da comunicação com a aeronave — desaparecida no dia 8 de março — foi desativada antes ou depois do último contato, realizado quase sete horas após o voo ter sumido completamente das telas de controle de tráfego aéreo.
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— Nós não sabemos quando o sistema ACARS foi desligado. O que nós sabemos é sobre a última transmissão — disse o executivo-chefe da Malaysian Airlines, Ahmad Jauhari Yahya. — Mas as investigações iniciais indicam que o copiloto falou pela última vez.
Segundo amigos e familiares do copiloto, o jovem de 27 anos era religioso e sério em relação à carreira, contrariando notícias que sugerem imprudência no trabalho. Na semana passada, a mídia australiana revelou que Fariq — que entrou para a companhia aérea em 2007 — e outro piloto convidaram duas mulheres para visitar a cabine de um avião durante um voo da Tailândia para a Malásia em 2011. Lá, eles teriam fumado e flertado com as mulheres.
No domingo, investigadores sugeriram que a pessoa que digitou a mensagem “Tudo bem, boa noite” para controladores de tráfego aéreo em Kuala Lumpur, pouco antes do Boeing-777 desaparecer de seu radar às 1h22 (hora local) e desviar de sua rota de voo programada para Pequim, estava ciente de que o sistema de comunicação Acars (Communications Addressing and Reporting Aircraft System) havia sido manualmente desligado.
No mesmo dia, a polícia malaia revistou as casas do piloto e do copiloto e examinou o simulador de voo em tamanho real que o capitão da aeronave, Zaharie Ahmad Shah, havia instalado em sua residência. Segundo o relato de amigos, ele costumava passar dias de folga operando o aparelho. Apesar disso, o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, pediu que não se faça conclusões precipitadas sobre a investigação, que envolve todos os passageiros e integrantes da tripulação — 239 pessoas no total —, segundo as palavras do chefe da polícia nacional, Khalid Abu Bakar. Também estão sendo investigados os engenheiros que trabalharam no avião antes da decolagem, segundo Khalid.

(Fonte: Jornal "O Globo", de 17 de março de 2014).

  Comentário de MARIANA:
  Talvez este assunto tenha sido o mais comentado no mundo inteiro durante a última semana. Por isso me sinto na obrigação de comentar aqui no meu Blog também. Não é para menos, um sumiço tão misterioso assim deixa qualquer um intrigado. Fico imaginando as centenas de famílias aflitas em busca de notícias de seus parentes e amigos queridos. Espero e rezo para que Deus dê um final feliz a este caso, e termine logo este suspense mundial. Amém!!!




CIÊNCIA

Pesquisa explica por que os bebês adoram sorrir

Dados iniciais mostraram que as gargalhadas já podem ser dadas antes do primeiro mês de vida

Segundo o estudo, meninos riem mais do que as meninas nos primeiros meses de vida
Foto: Stock Photo
Segundo o estudo, meninos riem mais do que as meninas nos primeiros meses de vida Stock Photo
LONDRES (INGLATERRA) - Brincar de esconde-esconde e fazer cócegas na barriga são algumas das formas infalíveis usadas pelos pais para que seus bebês sorriam. Mas muita gente nunca deve ter parado para pensar por que isso acontece. Essa dúvida motivou um estudo realizado pelo pesquisador Caspar Addyman, do “London Birkbeck University’s Centre for Brain and Cognitive Development”, em Londres. Trata-se de um dos maiores levantamentos já realizados sobre o tema.
- Compreender os bebês também nos ajuda a entender os adultos. Eles são pequenos cientistas. Ao descobrir o mundo por meio das crianças podemos entender muita coisa - relatou Addyman ao jornal britânico Daily Mail.
Ele criou um questionário detalhado para os pais e pediu para que fossem enviados vídeos e relatórios curtos sobre o que faz os bebês rirem. Até o momento, 1,4 mil pais de 25 países já responderam às perguntas que vão desde o horário em que os bebês mais costumam rir até que brinquedos são considerados mais “engraçados”.
- Nossa grande surpresa foi que, ao contrário da percepção geral, o riso está presente a partir de uma idade muito precoce. Ao todo, 95% dos bebês sorriram nos primeiros dois meses de vida e deram a primeira gargalhada poucas semanas após isso. Tivemos, inclusive, alguns relatos de bebês que deram risos inequívocos nas primeiras semanas de vida- relatou o pesquisador.
De acordo com o estudo, mães e pais têm o mesmo peso na hora de fazer os pequenos sorrirem. No entanto, os bebês do sexo masculino parecem ser dotados de mais senso de humor. A média é de 50 risos dos meninos por dia, enquanto a das meninas chega a 37.
Comunicação
No primeiro ano de vida, sorrisos e lágrimas são as únicas formas de um bebê se comunicar.
- Chorar é um sinal de que eles querem mudar alguma coisa. Sorrir significa o oposto. A risada mostra que a criança quer que você continue o que está fazendo, por exemplo - explica o pesquisador.
Pais de bebês com até três semanas de idade enviaram ao laboratório uma série de imagens mostrando claramente seus filhos rindo enquanto eles faziam cócegas, desafiando a ideia de que os pequenos não riem antes de ficarem mais velhos.
- A primeira maneira de fazer os bebês rirem é por meio do toque - diz o Addyman. Segundo eles, as cócegas têm raízes evolucionárias profundas que vêm da natureza dos mamíferos.
- Elas estimulam diferentes terminações nervosas, que normalmente reagem com uma gargalhada - disse o pesquisador ao Daily Mail.
Embora a reação seja sorrir, o pesquisadores relata que os bebês não se reconhecem no espelho antes dos 18 meses de vida. Mas o que explica a gargalhada?
- O espelhamento de expressões rompe convenções sociais naturais, e os bebês acham isso engraçado - sugere.
Já a explicação para o riso no banho pode estar relacionada à sensação de semelhança que os bebê encontram com o útero materno, especialmente no contato com a água quente.
- Ali, eles também sentem o prazer de sentimentos e sensações simples, elementares.
Bonecos e fantoches
Os pais também relataram no estudo que bonecos e fantoches eram, de forma esmagadora, os brinquedos mais divertidos.
- Logo no início, os bebês parecem compreender, em algum nível profundo, que seus brinquedos não são seres reais. Ainda assim, são capazes de estabelecer um grau de empatia com eles - disse Addyman.
O pesquisador explica que situações banais também podem casuar o riso dos pequenos.
- Às vezes, a gargalhada é triunfante e tem uma razão clara para acontecer. Em outros momentos, situações como a ausência de um ruído novo já pode ser o causador do riso. Um dos vídeos que recebemos é de um bebê que começa a rir quando seu pai aperta um interruptor de luz. Há uma ligação de causa e efeito - explica o pesquisador.

(Fonte: Jornal "O Globo", de 14 de março de 2014).


  Comentário de MARIANA:
  Esta pesquisa comprova que desde o início de nossas vidas, ainda na barriga de nossas queridas mamães, sorrir já é o nosso melhor remédio. Existe coisa mais linda e engraçada no mundo que aquela gargalhada de um bebê??? Aliás, meu amiguinho da Turma 702, você já presenteou alguém que você goste hoje com o seu sorriso??? Então não perca tempo, esta pessoa está te esperando. E o melhor: este remédio (o sorriso) é bom pra quem recebe e também pra quem oferta.





EDUCAÇÃO

Alunos são detidos por trancar professores e depredar escola

Estudantes que vandalizaram colégio em Minas Gerais serão tema de reunião nesta sexta com pais, professores e o MP

Cadeiras bagunçadas e quebradas por alunos que trancaram professores Foto: Divulgação

Cadeiras bagunçadas e quebradas por alunos que trancaram professores  
RIO - Quatro alunos foram detidos pela polícia acusados de trancar professores numa sala e depredar a Escola Estadual Maria de Barros, em Ituiutaba, na região do Triângulo Mineiro. O episódio, que aconteceu nesta quarta-feira, gerou repercussão nacional. Nesta sexta, pais, professores e representantes do Ministério Público se reunirão para discutir o assunto.
Os estudantes aproveitaram que, na hora do recreio, muitos docentes estavam lanchando na sala dos professores. O grupo usou um cadeado de bicicleta para trancá-los. Depois, atearam fogo em uma lixeira, quebraram portas, vidros e um ventilador. Em quadros negros, escreveram mensagens como "Vida Loka". A balbúrdia só acabou com a chegada dos bombeiros, que liberaram os professores da sala.
De acordo com a Secretaria de Educação de Minas, cerca de 10 estudantes participaram da ação. Cinco foram identificados. Todos têm entre 15 e 16 anos e cursam o primeiro ano do ensino médio. Ainda não se sabe o que os levou a fazer isso.
A diretora da Superintendência Regional de Educação, Ises Maria Gomes Cintra, chegou à escola logo após o início da confusão. Ela disse que os professores estavam assustados, mas garantiu que o quebra-quebra não causou grandes prejuízos.
- Não tem uma motivação aparente. Agora, com a investigação junto com a escola e as familias, vamos apurar quais foram os motivos.
Como a escola pertence à rede estadual de ensino, os estudantes não podem ser expulsos. No entanto, a SRE estuda a possibilidade de remanejamento ou outras formas de punição.

(Fonte: Jornal "O Globo", de 14 de março de 2014).

   Comentário de Mariana:
  É muito triste ler uma notícia desta, ainda mais quando se trata de uma escola pública, construída e equipada com o dinheiro de todos nós, para dar um futuro melhor para aqueles que não podem estudar numa escola particular. Que este comportamento não se repita em nenhuma outra escola do Brasil,  pois nosso país não precisa de alunos deste tipo, e sim de alunos interessados em fazer uma história bonita. Professores  da Turma 701, podem ficar tranquilos, pois se trancarmos vocês na sala de aula será para aplaudi-los.
 



 

SAÚDE e BEM-ESTAR

Vacina contra o HPV divide opiniões

A meta do governo é reduzir a incidência do câncer de colo de útero no país

                 Aplicação de vacina
Vacina: para diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, pesquisas demonstram que imunização pode provocar alta de doenças autoimunes

Brasília - A partir da próxima semana, a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) passa a integrar o calendário de vacinação e será ofertada pela rede pública a meninas com idade entre 11 a 13 anos.

A meta do governo é reduzir a incidência do câncer de colo de útero no país. Mas, para o diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Daniel Knupp, a estratégia deve ser vista com ressalva e muita cautela.

Em entrevista à Agência Brasil, ele explicou que a inclusão da dose no calendário nacional preocupa em razão do debate científico sobre a eficácia e a segurança da vacina.
Segundo Knupp, diversas pesquisas demonstram, por exemplo, que a imunização pode provocar, entre outros efeitos colaterais, o aumento de doenças autoimunes como o diabetes tipo 1.
Outro problema, de acordo com o especialista, trata da realização do chamado rastreamento tradicional de câncer de colo de útero ou papanicolau.
Dados da SBMFC indicam que a cobertura do exame no Brasil está bem abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Menos de 50% das brasileiras com idade entre 25 e 69 anos faz o papanicolau pelo menos uma vez a cada três anos, quando a taxa ideal seria pelo menos 80%.
“A vacinação não substitui o rastreamento tradicional. Ela não elimina as lesões [que provocam o câncer], apenas diminui a incidência delas. Se a população for vacinada e deixar de fazer os exames preventivos, ela pode ter piores consequências do que se não tivesse se submetido à vacina”.
Por fim, Daniel abordou também o esquema de vacinação proposto pelo Ministério da Saúde, que consiste em três doses – a segunda seis meses após a primeira e a terceira, cinco anos depois. Segundo ele, o esquema tradicional adotado na maior parte dos países inclui a segunda dose dois meses após a primeira e a terceira, seis meses depois.

(Fonte: Revista Exame, de 03 de março de 2014).

  Comentário de Mariana:
  Quem me conhece sabe que eu morro de medo de tomar injeção, mas neste caso minha opinião já está formada: vou me vacinar contra o vírus do HPV e sugiro a todas as colegas do CFV, na faixa etária de 11 a 13 anos,  a fazerem o mesmo. Já perdi parentes por causa de outros tipos de câncer e não quero passar por esta dolorosa experiência também. E aí meninas do CFV, que tal verificarmos junto a direção se a campanha da vacinação contra o vírus do HPV vai passar na nossa escola???